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Notícias

11 de fevereiro de 2016

Verão é época de chuva forte. Você sabe como proteger seu carro?

Carros ilhados em meio a enchentes são cena comum, principalmente em grandes cidades, na época do verão. Veja abaixo dicas para evitar situações mais perigosas e, se for impossível escapar dos alagamentos, como minimizar os efeitos da água que entrou no veículo.

‘Ali sempre alaga…’
Antes de tudo, procure evitar os caminhos onde sabidamente ocorrem alagamentos. Um percurso ainda que mais longo, porém seco, evitará grandes aborrecimentos. Automóvel é como relógio: ele suporta chuva, mas a maioria não resiste à imersão.

O risco de atravessar uma área alagada deve ser muito bem avaliado. Espere um ônibus ou caminhão atravessar primeiro. Além de identificar a profundidade do local, você poderá perceber a presença de valetas ou buracos, evitando surpresas no meio do caminho.

Se tiver que atravessar, vá devagar, para não criar ondas e fazer a água alcançar áreas mais altas do seu carro. E nunca passe de ré, para evitar que água entre no escapamento.

Metade da roda é o limite
O maior dano que a água pode causar no seu carro ocorre quando ela entra no motor pelo duto do filtro de ar. Na maioria dos automóveis este duto fica atrás da grade da frente, na altura dos faróis.

Portanto, metade da roda é o nível máximo recomendado para a travessia. Lembre-se: um caminhão poderá aparecer no sentido contrário e formar marolas que atingirão a entrada de ar do motor.

E se a água chegar ao motor?
O motor de um automóvel funciona comprimindo uma mistura de ar e combustível. No momento final da compressão é que a vela solta uma faísca, gerando a combustão (explosão).

Ocorre que, quando a água entra no cilindro e ocupa o lugar do ar, o pistão não consegue comprimi-la e acaba se deformando e entortando a respectiva biela, provocando o travamento do motor. Este problema é conhecido como calço hidráulico.

Calma, você tem uma chance de não danificar seu motor! Se perceber que a agua vai subir acima dos faróis, desligue o carro antes que isso aconteça, a água até poderá entrar no motor, mas, com o motor desligado, não ocorrerá o calço hidráulico.

Outra dica importante é: se você estiver atravessando um alagamento e o motor do seu carro apagar, não tente fazê-lo pegar, não dê a partida. Espere a água abaixar e guinche o carro para uma oficina ou concessionária.

Lá eles farão a limpeza interna do motor, trocarão o óleo e substituirão o filtro de ar. Somente depois deste serviço é que o motor poderá ser colocado em funcionamento novamente.

Aqueles motoristas que insistirem em fazer o carro pegar, com o motor cheio de água, terão que provavelmente retificar o motor. Dependendo do modelo do carro, terão que desembolsar desde R$ 3 mil, para um carro 1.0, até R$ 30 mil, para algum carrão importado.

Carros mais antigos, prejuízo maior
Borracha ressecada é tudo que a água precisa para invadir seu bólido. Os automóveis saem de fabrica com vedadores, guarnições e tampões necessários para evitar que tanto a água da chuva quanto pequenos alagamentos causem algum tipo de dano. Porém, em veículos com mais de dez anos de uso, estes vedadores podem ressecar e perder a função. Entre eles estão guarnições das portas, tampões do assoalho, terminais de chicotes elétricos, guarnição da porta malas, coifa da homocinética, vedadores dos módulos eletrônicos, entre outros.

Depois da tempestade vem a limpeza
Caso tenha ficado preso na enchente e seu carro acabou submergindo, você terá que levá-lo a uma oficina especializada em limpeza interna de automóveis.

Neste momento nem pense em economizar: caso contrário, seu carro se transformará em uma “casa de praia ambulante”, basta abrir a porta e aquele cheiro de mofo e umidade invadirão suas narinas.

Para não ficar mau cheiro será preciso retirar os bancos e remover o carpete. Solicite a substituição da forração de algodão que fica embaixo do carpete.

Quanto aos bancos, será necessário tirar as capas, mesmo que sejam de couro. As espumas dos bancos são outra fonte mau cheiro: será necessário lava-las e, principalmente, secá-las adequadamente.

É preciso ainda lavar o motor e tirar todos os resíduos que ficaram presos nos freios e no radiador. Aproveite esta etapa e solicite a aplicação de algum spray lubrificante, tipo limpa contato, e passe em todos os conectores e cabos elétricos. Não se esqueça de verificar o compartimento do estepe: tem gente que só descobre que entrou água no porta-malas quando tem que usar o macaco e percebe que ele está todo enferrujado.

Prejuízo a longo prazo
Apesar de todos os cuidados com a limpeza você poderá ter alguns pequenos problemas de médio e longo prazo.

A água tem a propriedade de oxidar (enferrujar) os metais e terminais elétricos. Por causa disso, com o tempo, rolamentos e esticadores de correia podem começar a fazer ruído e relês elétricos, módulos eletrônicos podem sofrer mau contato. Enfim, uma série de pequenos problemas que lhe obrigarão a fazer mais algumas visitas ao mecânico.

Existem casos em que a seguradora não ressarce os danos causados por uma enchente, principalmente quando fica evidenciado que o motorista foi imprudente em atravessar uma área alagada. É briga para mais de ano. Por isso, é bom pensar duas vezes antes de enfiar o carro na água.

Fonte: G1.

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7 de janeiro de 2016

Detran começa o calendário das vistorias nesta semana

Começa nesta semana o agendamento para a vistoria veicular anual obrigatória do Detran do Rio de Janeiro. Os proprietários de veículos com placas terminando em 0 ou 1, o primeiro grupo a fazer a vistoria, têm prazo para comparecer aos postos até 31 de maio. Para realizar o licenciamento anual obrigatório, o motorista deve estar com a Guia de Recolhimento de Débitos (GRD) quitada, na qual constam as taxas de IPVA, Seguro DPVAT, a taxa de licenciamento anual e a taxa de emissão de CRLV.

A inspeção deve ser agendada no Portal do Detran-RJ (www.detran.rj.gov.br/) ou pela Central de Atendimento, nos telefones 3460-4040 ou 3460-4041 (capital e Região metropolitana). Os veículos de municípios do interior podem agendar o serviço também pela internet ou pelo telefone gratuito 0800-0204040.

O assistente de manutenção Manoel Pereira, 38 anos, já está pronto para a vistoria. Com todos os impostos em dia, o morador de Campo Grande espera, agora, passar pela avaliação o mais rápido possível. “Minha placa termina com número nove, eu sei que tenho mais tempo, mas não quero esperar muito para não correr o risco de perder o prazo”, explicou.

Se o usuário pagar a GRD em dinheiro, já pode fazer o agendamento após 48 horas. Se o pagamento for feito em cheque, somente seis dias depois. É o prazo necessário para que o banco informe ao Detran sobre os pagamentos feitos.

A vistoria anual é exigida para o processo de renovação do documento de porte obrigatório, o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), condicionado à averiguação das condições de tráfego do veículo.

Os automóveis com final de placa 2 e 3 têm prazo até 30 de junho. Já os com final 4 e 5 têm de passar pela vistoria até 31 de julho. O prazo para os veículos com placa final 6 e 7 termina em 30 de setembro e para as placas com final 8 e 9, o limite é 31 de outubro.

Placas com chips serão obrigatórias

O polêmico projeto de colocar chip eletrônico nos veículos em circulação, também conhecido como “placa eletrônica”, já entrou em vigor no último dia 1º. Mas, segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), ainda não há prazo para que todos os motoristas se adequem à medida. A falta de prazo, justifica o órgão, é para acertar questões como custo, fornecedores e infraestrutura para captação dos dados.

O chip ficará no pára-brisa e funciona como os dispositivos de cobrança automática utilizados nos pedágios. A ideia é que isso ajude a combater crimes, como roubos de carros e cargas, e na fiscalização de trânsito.

Os proprietários é que deverão custear a compra e implantação, mas ainda não há um preço definido.

CALENDÁRIO

PRAZO PARA VISTORIA POR PLACA

Final de placa 0 e 1: Até 31 de maio.
Final de placa 2 e 3: Até 30 de junho.
Final de placa 4 e 5: Até 31 de julho.
Final de placa 6 e 7: Até 30 de setembro.
Final de placa 8 e 9: Até 31 de outubro.

PRAZO PARA PAGAMENTO DA 1ª PARCELA DO IPVA

Final de placa 0: Até 19 de janeiro.
Final de placa 1: Até 21 de janeiro.
Final de placa 2: Até 25 de janeiro.
Final de placa 3: Até 27 de janeiro.
Final de placa 4: Até 29 de janeiro.
Final de placa 5: Até 2 de fevereiro.
Final de placa 6: Até 6 de fevereiro.
Final de placa 7: Até 11 de fevereiro.
Final de placa 8: Até 15 de fevereiro.
Final de placa 9: Até 17 de fevereiro.

Fonte: Jornal O Dia.

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