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Sem cinto, sem segurança

2 de março de 2016

Sem cinto, sem segurança

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O gesto é simples: você entra no carro, arruma o banco de motorista, ajeita os retrovisores e coloca o cinto de segurança e pronto, está tudo preparado para a partida. Essa sequencia é muito usual na rotina de muitos motoristas brasileiros, porém, quando o motorista vira passageiro, esse panorama muda e é aí que está o perigo.

No ano de 2015, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizou uma pesquisa na qual 79,4% dos entrevistados afirmavam utilizar o cinto no banco dianteiro. Mas, quando a pergunta foi referente ao banco traseiro, apenas 50,2% das pessoas afirmaram fazer o mesmo. Se você está no percentual que não utiliza o cinto de segurança, saiba os perigos que você está correndo:

Como o cinto garante a sua segurança?

O uso do cinto de segurança está previsto no Código de Trânsito Brasileiro no Art. 65 e no Art.167. O individuo que for pego sem, paga multa e perde pontos na carteira referentes à infração grave, isso se deve aos estudos que comprovam que há mais chances de sobrevivência com a utilização do cinto de segurança em uma batida do que sem o uso dele. Segundo pesquisas, uma colisão entre automóveis que estão em uma velocidade de apenas 40km/h, pode fazer com que o motorista seja atirado contra o para-brisas e, caso haja passageiros no banco de trás, que eles exerçam uma pressão violenta nas pessoas que estão a frente, dobrando o risco de problemas sérios entre os envolvidos no acidente. Se os estragos são consideráveis em pequenas velocidades, imagine o que não pode ocorrer em um carro cheio de pessoas sem o uso do cinto andando em uma velocidade de 80km/h.

A Associação Brasileira de Medicina de Tráfego garante que usar esse utensílio pode reduzir em 45% o risco de mortes em acidentes, enquanto que no banco traseiro pode chegar a 75%. É um ato simples que realmente salva vidas no trânsito.

Mas, como essas engrenagens funcionam?

O tecido do cinto está conectado a um mecanismo de retração que trabalha com uma mola responsável por imprimir uma força de rotação. Assim, a bobina que está dentro do retrator enrola e evita deixar qualquer tecido frouxo. Esse mecanismo tem como tarefa espalhar a força de parada por partes mais estáveis e fortes do corpo, a fim de minimizar os impactos provocados pela inércia do movimento.

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