(21) 2421-1123 / (21) 2421-5023 | WhatsApp: (21) 99771-7126 | [email protected] | Assistência 24 horas: 0800 777 8016

Blog

23 de junho de 2017

10 dúvidas que devem ser respondidas antes de transportar uma criança em seu veículo

Child car
 
Chegaram as tão esperadas férias escolares, época de lazer com as crianças e família. Mas você sabe tudo o que é necessário para transportar uma criança com segurança dentro de um veículo? Confira algumas dúvidas frequentes à respeito: 
 
Quais são os itens para o transporte de crianças?
Bebê conforto, base para bebê conforto (que facilita o encaixe), cadeirinha e assento de elevação (booster).
 
Quando devo usar cada item?
O que diz a lei:

0 a 1 ano: bebê conforto ou cadeirinha virada para trás.
1 a 4 anos: cadeirinha virada para a frente do carro.
4 a 7 anos e meio: booster preso no cinto de três pontas do carro (ideal até 1,45 m).

Também é importante ver o manual de instruções: mude do bebê conforto para a cadeirinha, por exemplo, quando seu filho passar do limite de altura e peso previsto no manual do bebê conforto. Outra dica: não tenha pressa para mudar de estágio. Faça a mudança com segurança!

O que é ISOFIX?
É um sistema de ancoragem da cadeirinha infantil. Ele é mais simples do que utilizar o cinto de três pontas para amarrar o bebê conforto ou a cadeirinha.
A amarração com cinto é menos segura?

Se feita corretamente, a amarração com cinto é tão segura quanto os sistemas de ancoragem Isofix e Latch. A principal diferença fica por conta da praticidade, o que também diminui as chances de instalação errada, como permitir folgas no cinto de segurança, por exemplo.

Qual é o tipo de cadeirinha mais seguro?
Todas as cadeirinhas verificadas pelo Inmetro cumprem as especificações de segurança. No caso dos equipamentos comprados fora do país, o ideal é ver se atende as regulamentações do mercado de origem e procurar mais informações a respeito da marca e do modelo.
Qual é a diferença entre Isofix e Latch?
Ambos são sistemas de ancoragem de cadeirinha, sendo o Isofix padrão europeu e o Latch padrão norte-americano. Vale lembrar que algumas cadeirinhas têm ambos os tipos de fixação, mas os sistemas não são compatíveis um com o outro. Por isso, vale ficar atento ao trazer cadeirinhas dos EUA, por exemplo, pois é mais comum carro com Isofix no Brasil.
 
Posso colocar a cadeirinha no banco da frente?
Não, é proibido por lei. O único caso permitido: para picapes de cabine simples. Mesmo assim, é necessário desligar o acionamento do airbag. Vale lembrar que o bebê conforto só pode ser usado virado para trás. Nunca coloque o bebê conforto virado para frente – o pescoço da criança fica mais protegido em caso de acidente ou frenagem brusca.
 
Qual é a melhor posição para colocar a cadeirinha no banco de trás?
Não há nenhuma determinação por lei, mas é recomendado instalar atrás do banco do passageiro por uma questão de comodidade, já que facilita a visualização da criança e reduz as chances de distração do motorista.
 
Qual é a idade permitida para passar para o banco da frente?
De acordo com a lei, a criança só pode se sentar no banco da frente a partir dos dez anos de idade, com exceção das picapes sem bancos traseiros. Ainda assim, continuam valendo as idades para bebê conforto, cadeirinha e assento de elevação. Mas não tenha pressa, o banco de trás é mais seguro até para adultos. 
 
Posso comprar uma cadeirinha usada?
Não é recomendado. Você nunca vai saber se o item já foi submetido a um acidente ou a uma queda brusca, comprometendo sua efetividade.
Posso transportar o bebê no colo?
Não. Além de não ser permitido por lei, é extremamente perigoso. Nunca deixe de usar o item de segurança, nem se o trajeto for curto. A maioria dos acidentes acontece perto de casa, quando a velocidade não passa de 50 km/h.
 
Sticky
Comentários desativados em 10 dúvidas que devem ser respondidas antes de transportar uma criança em seu veículo
Compartilhe
19 de junho de 2017

5 dicas para cuidar do seu carro no inverno

Driving in heavy rain

Com a chegada do inverno e das baixas temperaturas, aparecem os problemas já conhecidos pelos mecânicos. Os mais comuns se relacionam à partida nos carros flex, mas bateria, ar-condicionado e pintura também merecem atenção:

1 – Tanquinho
Se você dirige um carro abastecido com etanol, já deve ter percebido que o motor demora um pouco mais para pegar quando está frio. Isso ocorre porque o poder calorífico do etanol é menor do que o da gasolina. É por isso que muitos automóveis flex são equipados com o famoso tanquinho, um reservatório de gasolina localizado próximo ao motor que auxilia a partida desses veículos. O sistema é acionado quando a temperatura está abaixo dos 15 graus, em média, e é aí que está o problema: como raramente faz esse frio por aqui, os cuidados com o tanquinho ficam em segundo plano e só damos por sua falta quando realmente é necessário. Para não correr maiores riscos, o ideal é trocar a gasolina do reservatório uma vez por ano, antes do inverno chegar. Também é recomendado limpar o tanquinho e verificar se a bomba elétrica está com o eixo quebrado. Além de inútil para o sistema de partida a frio, a gasolina “vencida” pode ressecar algumas peças, o que pode causar vazamentos. Uma boa dica é usar a gasolina premium, que tem maior durabilidade e mais octanagem.

2 – Bateria
Com as baixas temperaturas, o óleo lubrificante do motor fica mais viscoso e dilata com mais dificuldade, o que exige um pouco mais da bateria para dar a partida no carro. Todo esse esforço pode fazer com que sua carga se esgote mais rapidamente, e é aí que o problema surge. Nesses casos, a manutenção preventiva é a melhor saída. Vá a um mecânico de confiança e faça uma vistoria em todos os componentes, principalmente no alternador, para verificar se ele está recarregando a bateria corretamente. Nos dias mais frios, nunca dê a partida com o rádio ou os faróis ligados, por exemplo, e evite ligar e desligar o carro durante um congestionamento.

3 – Ar-condicionado
Nós sabemos que a última coisa que você quer fazer neste inverno é ligar o ar-condicionado de seu automóvel, mas aí vai a má notícia: essa providência é necessária – pelo menos por uns 15 minutos por semana, em média. Além de evitar a proliferação de bactérias, esse cuidado faz com que todos os componentes do sistema permaneçam lubrificados, o que reduz o risco de rachaduras e vazamentos nas mangueiras, nos vedadores e nos selos de borracha.

4 – Pintura
Quem mora na região Sul ou em alguns lugares do Sudeste do Brasil, já deve ter ouvido falar bastante sobre as geadas nas previsões do tempo – e, se bobear, já até pegou alguma por aí. O gelo em si não faz mal algum à pintura do carro, então, basta esperá-lo derreter ou removê-lo com água bem fria. A dica também vale para os veículos parados por muito tempo sob um nevoeiro forte, por exemplo, que pode deixar uma camada grossa de poluição sobre a lataria. Para evitar qualquer problema maior, vale deixar o polimento da pintura em dia.

5 – Fluido do radiador
É essencial colocar o líquido correto no radiador – a mistura ideal é composta por 50% de água desmineralizada e 50% de aditivo à base de etileno glicol. O líquido correto altera o ponto de ebulição e congelamento da água, o que evita que a ela ferva ou congele. Então, nada de colocar só água da torneira no sistema.

 

Fonte: Auto Esporte

Sticky
Comentários desativados em 5 dicas para cuidar do seu carro no inverno
Compartilhe
Página 2 de 1012345...10...Última »
  • Fale com a Pisom

    Endereço

     Av. das Américas, 1.155 - Sala: 308 / Ed. Barra Space Center. Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ).

    Telefone

     (21) 2421-1123 / (21) 2421-5023

    WhatsApp

     (21) 99771-7126

    Assistência 24h

     0800 777 8016

    E-mail

     [email protected]

  • Simule Agora

    Como ficou sabendo?